3_9 – Pintura ou Esmaltação.
A historia da Hena: Na Índia em 3.300 a.C, por sua vez desenvolveu uma técnica chamada de Henna que consistia em clara de ovo,
gelatinha. Em 1900 usavam-se
tesouras e limas metálicas para dar forma às unhas. Para polir eram usados
cremes colorantes e pós. Havia um modelo precursor de esmalte de unha como o
conhecemos hoje. Este esmalte era aplicado com um pincel de pelo de camelo,
entretanto, este esmalte não permanecia mais do que um dia nas unhas. Mas para todos os efeitos, o
esmalte era usado já na antiguidade, é válido dizer que quanto mais escuro mais
nobre ele era . Ao
falar sobre esmalte, muitas pessoas logo se lembram do hábito que muitos têm em
pintar ou reforçar as unhas através dessa mistura química que pode ser incolor
ou multicolorida. As mulheres, em sua maioria, se perdem na infinidade de cores
(muitas delas com nomes incompreensíveis) que prometem um visual mais elogioso
ou mais antenado. Além disso, vários violonistas empregam o material para que
as unhas não quebrem durante uma apresentação.
Até essa época, uma das grandes
descobertas foi a invenção do palito até hoje utilizado para a remoção das
cutículas. No começo
do século XX, os esmaltes começaram a recuperar espaço com o uso de soluções
coloridas que não permaneciam fixadas mais do que algumas horas. Somente em 1925, durante estudos que desenvolviam
tinturas para carros, foram descobertas as primeiras soluções que se assemelham
com os esmaltes de hoje e foi lançado um esmalte de unha transparente, em tom
rosado. Ele era aplicado no meio das unhas , já a meia lua e a ponta das unhas
ficavam nuas.
Chegando à década de 1930, já
podemos notar que a “pintura” nos dedos do pé e da mão fazia muito sucesso
entre as grandes estrelas do cinema hollywoodiano,
como Rita Hayworth e Jean Harlow. No ano de 1932, os irmãos americanos Charles
e Joseph Revlon , e um químico custearam
a invenção de um novo tipo de esmalte, mais brilhante e com um leque variado de
tonalidades para ser aplicado na unha toda. Nascia a marca Revlon e eles também promovem pela primeira vez a tendência de
maquilhar os lábios e unhas da mesma cor. Nas
décadas seguintes, vemos que a tecnologia empregada foi se tornando cada vez
mais complexa.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Lixação ou Lixamento.
3_7 – Lixação ou Lixamento.
A tecnologia para o tratamento das unhas ficou relativamente estagnado
até o século XIX. Nessa época, os cuidados se restringiam à obtenção de unhas
curtas e que estivessem moldadas por uma boa lima. Em alguns casos, as unhas
eram ligeiramente perfumadas com óleo e polidas com uma tira de couro. Numa
época em que o recato era uma importante virtude. Hoje
com essa loucura de variedades de cores modelos e até com aromas fica difícil
escolher entre tantas opções. O importante
mesmo é manter as unhas lixadas mesmo que você não as pinte, mas mantenha suas unhas sempre
elegantes. E com certeza essa é uma das melhores
invenções do mundo moderno. As
unhas das mãos devem ser lixadas de acordo com o formato original da unha de
cada cliente. Mas se
o cliente optar por um formato diferente avalie primeiro e se é possível e se
ficará bem. Inicialmente
nunca diga “não” ao seus clientes. Esforce-se para oferecer o melhor formato de unhas e agradar aos seus clientes.
As unhas dos pés precisam ser lixadas em formato quadrado e com as
cantos sempre para fora para evitar que encravem. sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Cortador de unhas
3_6 - Cortador de unha
Cortador de unha, ou corta-unhas é um dispositivo mecânico utilizado para aparar as unhas dos dedos das mãos e pés. Os corta unhas são na maioria das vezes feitos de metal cromado.
São geralmente constituídos de duas peças amovíveis, uma alavanca e as lâminas, podendo também ter incluídos um canivete com uma parte rugosa que serve de lima para as unhas. As lâminas têm geralmente uma forma côncava para se adaptarem à forma das unhas e podem estar orientadas de forma paralela ou perpendicular ao eixo do corta-unhas. Existem outros tipos de corta unhas, por exemplo em forma de alicate, cuja forma facilita o corte das unhas dos pés. Estes proporcionam um corte mais rápido e eficaz ao permitir aplicar a força da mão toda e não só a de dois dedos. É também vulgar os corta-unhas possuírem um buraco na parte de trás por onde se passa um fio de metal que pode ser usado para ligar o corta unhas a algum outro objecto facilitando assim o seu transporte. O corta unhas funciona quando o seu utilizador coloca a unha entre as lâminas e pressionando a alavanca, faz com que as lâminas se juntem cortando a unha. Pode-se utilizar também o canivete para auxiliar na higiene ao retirar a sujidade debaixo das unhas nomeadamente pedaços de cotão que se acumulam devido ao uso diário de meias. Dependendo da qualidade do metal, com a idade a lâmina dos corta unhas tem tendência a perder qualidades e acaba por ter de ser substituída para evitar lesões.
A invenção do corta-unhas é atribuída a Chapel Carter no ano de 1896.
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